E, lá no alto, a jóia de Sintra
Palácio Nacional da Pena
O Palácio Nacional da Pena é como uma jóia sagrada que coroa a Serra de Sintra. O parque envolvente, em sintonia com o caráter feérico do palácio, desperta emoções de mistério e de descoberta. Nos seus recantos, os olhares perdem-se de encanto.
Os tons coloridos do palácio, (saiba mais aqui) expoente máximo do Romantismo em Portugal e obra eterna de D. Fernando II, Rei-Artista, abrem portas à imaginação de todos os que ali chegam, e os infinitos matizes de verde que pintam o parque circundante constituem um cenário idílico, frequentemente sob o véu do característico nevoeiro da serra de Sintra. Como que saído de um conto de fadas, este lugar faz sonhar todas as gerações dos que por ali passam e que com ele se deslumbram.
Dois anos mais tarde, em 1836, a rainha D. Maria II casa-se com Fernando de Saxe-Coburgo e Gotha, um príncipe da Casa de Saxe-Coburgo e Gotha, sobrinho do duque reinante de Coburgo Ernesto I e do rei Leopoldo I da Bélgica. De acordo com o contrato nupcial, D. Fernando recebeu a dignidade de rei-consorte.
D. Fernando II foi um dos homens mais cultos de Portugal, durante o século XIX. Poliglota, dominava as línguas alemã, húngara, francesa, inglesa, espanhola, italiana e, claro, a portuguesa. Na infância, o ainda então Duque de Saxe-Coburgo e Gotha teve uma cuidada educação onde as artes, em particular a música e o desenho, desempenharam um papel fundamental. Durante toda a sua vida teve uma grande ligação às artes, enquanto autor, colecionador e mecenas, tendo ficado conhecido como Rei-Artista.
A história deste lugar mágico começa no século XII, altura em que ali existia uma capela dedicada a Nossa Senhora da Pena. Neste mesmo local, D. Manuel I mandou edificar um Mosteiro, o Real Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, posteriormente entregue à Ordem de São Jerónimo.
O terramoto que atingiu Lisboa em 1755 deixou o mosteiro praticamente em ruínas. Mesmo degradado, o Mosteiro manteve a sua atividade, mas, passados quase cem anos, em 1834 quando se deu a extinção das ordens religiosas em Portugal, foi deixado ao abandono. O Parque da Pena ainda conserva recantos que remetem para esta época, como por exemplo a Gruta do Monge, local onde os monges praticavam o recolhimento.
Villa Estefânia – moradia centenária recentemente renovada, tendo mantido a sua estrutura arquitectónica e charme encantador, situando-se no Centro Histórico de Sintra, a 5 minutos a pé da estação de comboios e a poucos mais da chamada Vila Velha – é o local ideal para se alojar e organizar a sua visita ao Palácio Nacional da Pena, ao Chalet da Condessa D’Edla e respectivos Jardins, bem como a todos os seus demais monumentos e lugares paradisíacos que levaram a UNESCO a considerá-la Património Mundial na categoria de “Paisagem Cultural”, em 6 de Dezembro de 1995, na 19.ª Sessão do seu Comité. Aqui, em Villa Estefânia, beneficiando do conforto e comodidades que lhe proporcionamos, do bem saber receber que, passe a imodéstia, nos é intrínseco, decerto terá uma estadia inesquecível e em nós, Custódia e Francisco, novos amigos.
Visite-nos e tenha essa experiência!